Hora do Lazer

Acabe com stress e mau humor. Piadas, brincadeiras, vídeos, animações, charges, charadas, etc. tudo para melhorar o seu dia. Sua noite também.


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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Vendedor Sincero


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Uma senhora entra em uma concessionária Mercedes. Ela olha ao redor, então acha o carro perfeito e começa a examiná-lo.

Ao inclinar-se para sentir o revestimento de couro, deixa escapar um sonoro peido. Envergonhada, ela nervosamente dá uma olhada para ver se alguém notou o pequeno e malcheiroso acidente, esperando que nenhum vendedor aparecesse naquele momento. Porém, ao virar-se, dá de cara com um vendedor que já estava atrás dela.
- Bom dia, senhora. Como posso ajudá-la hoje?

Muito sem graça, ela pergunta:
- Por favor, qual o preço deste adorável veículo?

O vendedor responde:
- A senhora me desculpe a sinceridade, mas se a sra. peidou somente ao vê-lo, vai se cagar toda quando souber o preço...

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domingo, 27 de julho de 2008

O porteiro do Puteiro


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Não havia no povoado pior ofício do que 'porteiro do puteiro'.

Mas que outra coisa poderia fazer aquele homem? O fato é que nunca tinha aprendido a ler nem escrever, não tinha nenhuma outra atividade ou ofício.

Um dia, entrou como gerente do puteiro um jovem cheio de idéias, criativo e empreendedor, que decidiu modernizar o estabelecimento.

Fez mudanças e chamou os funcionários para as novas instruções. Ao porteiro disse:

- A partir de hoje, o Senhor, além de ficar na portaria, vai preparar um relatório semanal onde registrará a quantidade de pessoas que entram e seus comentários e reclamações sobre os serviços.
- Eu adoraria fazer isso, Senhor - balbuciou - mas eu não sei ler nem escrever!
- Ah! Quanto eu sinto! Mas se é assim, já não poderá seguir trabalhando aqui.
- Mas Senhor, não pode me despedir, eu trabalhei nisto a minha vida inteira, não sei fazer outra coisa.
- Olhe, eu compreendo, mas não posso fazer nada pelo Senhor. Vamos dar-lhe uma boa indenização e espero que encontre algo que fazer. Eu sinto muito e que tenha sorte.

Sem mais nem menos, deu meia volta e foi embora. O porteiro sentiu como se o mundo desmoronasse. Que fazer? Lembrou que no prostíbulo, quando quebrava alguma cadeira ou mesa, ele a arrumava, com cuidado e carinho.

Pensou que esta poderia ser uma boa ocupação até conseguir um emprego. Mas só contava com alguns pregos enferrujados e um alicate mal conservado.

Usaria o dinheiro da indenização para comprar uma caixa de ferramentas completa. Como o povoado não tinha casa de ferragens, deveria viajar dois dias em uma mula para ir ao povoado mais próximo para realizar a compra.
E assim o fez. No seu regresso, um vizinho bateu à sua porta:

- Venho perguntar se você tem um martelo para me emprestar.
- Sim, acabo de comprá-lo, mas eu preciso dele para trabalhar ... já que....
- Bom, mas eu o devolverei amanhã bem cedo.
- Se é assim, está bom.

Na manhã seguinte, como havia prometido, o vizinho bateu à porta e disse:

- Olha, eu ainda preciso do martelo. Porque você não o vende para mim?
- Não, eu preciso dele para trabalhar e além do mais, a casa de ferragens mais próxima está a dois dias mula de viagem..
- Façamos um trato - disse o vizinho. Eu pagarei os dias de ida e volta mais o preço do martelo, já que você está sem trabalho no momento. Que lhe parece?

Realmente, isto lhe daria trabalho por mais dois dias...aceitou.
Voltou a montar na sua mula e viajou. No seu regresso, outro vizinho o esperava na porta de sua casa.

- Olá, vizinho. Você vendeu um martelo a nosso amigo. Eu necessito de algumas ferramentas, estou disposto a pagar-lhe seus dias de viagem, mais um pequeno lucro para que você as compre para mim, pois não disponho de tempo para viajar para fazer compras. Que lhe parece?

O ex-porteiro abriu sua caixa de ferramentas e seu vizinho escolheu um alicate, uma chave de fenda, um martelo e uma talhadeira. Pagou e foi embora. E nosso amigo guardou as palavras que escutara: 'não disponho de tempo para viajar para fazer compras'.

Se isto fosse certo, muita gente poderia necessitar que ele viajasse para trazer as ferramentas. Na viagem seguinte, arriscou um pouco mais de dinheiro trazendo mais ferramentas do que as que havia vendido.

De fato, poderia economizar algum tempo em viagens. A notícia começou a se espalhar pelo povoado e muitos, querendo economizar a viajem, faziam encomendas.

Agora, como vendedor de ferramentas, uma vez por semana viajava e trazia o que precisavam seus clientes. Com o tempo, alugou um galpão para estocar as ferramentas e alguns meses depois, comprou uma vitrine e um balcão e transformou o galpão na primeira loja de ferragens do povoado.

Todos estavam contentes e compravam dele. Já não viajava, os fabricantes lhe enviavam seus pedidos. Ele era um bom cliente. Com o tempo, as pessoas dos povoados vizinhos preferiam comprar na sua loja de ferragens, do que gastar dias em viagens.

Um dia ele lembrou de um amigo seu que era torneiro e ferreiro e pensou que este poderia fabricar as cabeças dos martelos. E logo, por que não, as chaves de fendas, os alicates, as talhadeiras, etc..

E após foram os pregos e os parafusos... Em poucos anos, nosso amigo se transformou, com seu trabalho, em um rico e próspero fabricante de ferramentas.

Um dia decidiu doar uma escola ao povoado. Nela, além de ler e escrever, as crianças aprenderiam algum ofício. No dia da inauguração da escola, o prefeito lhe entregou as chaves da cidade, o abraçou e lhe disse:

-É com grande orgulho e gratidão que lhe pedimos que nos conceda a honra de colocar a sua assinatura na primeira página do Livro de atas desta nova escola.
- A honra seria minha - disse o homem. Seria a coisa que mais me daria prazer, assinar o Livro, mas eu não sei ler nem escrever, sou analfabeto.
-O Senhor?!?! - disse o prefeito sem acreditar. O Senhor construiu um império industrial sem saber ler nem escrever? Estou abismado. Eu pergunto:
- O que teria sido do Senhor se soubesse ler e escrever?
- Isso eu posso responder - disse o homem com calma. Se eu soubesse ler e escrever... ainda seria o PORTEIRO DO PUTEIRO!!!

Geralmente as mudanças são vistas como adversidades. As adversidades podem ser bênçãos. As crises estão cheias de oportunidades.

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sexta-feira, 23 de maio de 2008

A dor de cabeça...


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José tem uma carreira de sucesso, mas ele é acometido de uma dor de cabeça crônica que aumenta a cada ano. Quando sua saúde mental e sua vida amorosa começaram a ficar ameaçadas, ele procurou auxílio médico.

Depois de perambular de um especialista para outro, ele finalmente descobriu um médico que resolveu o problema.

- A boa notícia é que eu posso curar sua dor de cabeça. A má noticia é que isso requer sua castração. Você tem uma condição muito rara que causa o esmagamento de seus testículos contra a base da espinha. A pressão causa uma dor de cabeça insuportável. A única maneira de diminuir a pressão é removendo os testículos!

José ficou chocado e deprimido. Ele questionou se havia algum motivo para continuar vivendo. Mas mesmo não tendo encontrado a resposta, algum tempo depois ele decidiu entrar na faca.

Quando ele deixou o hospital, sua cabeça estava límpida, mas ele sentia que algo importante dele havia desaparecido. Andando pela rua, ele percebeu que era outra pessoa. Ele podia recomeçar e viver uma nova vida. Ao passar por uma loja de roupa masculina ele pensou : "É disto que eu preciso , um terno novo !"

Entrou na loja e disse ao vendedor:
- Gostaria de ver um terno.

O vendedor olhou para ele e disse:
- Vejamos... tamanho 52 longo.

José riu:
- Você esta certo! Como você conseguiu?
- É minha profissão - disse o vendedor.

José experimentou o terno. Caiu feito uma luva. Enquanto José olhava-se no espelho, o vendedor perguntou:

- E que tal uma camisa nova?

José pensou um segundo e disse:
- Tá certo...

O vendedor olhou para o José e disse:
- Vejamos... 42 largo.

José ficou surpreso novamente:
- Você está certo! Como você conseguiu?
- É minha profissão - disse o vendedor.

José experimentou a camisa e ficou perfeita. Enquanto José ajustava o colarinho pelo espelho, o vendedor disse:

- E que tal um par de sapatos novos?

José não hesitou:
- Vamos la!

O vendedor olhou para os pés do José e disse:
- 42.
- você está certo! Como você conseguiu?
- É minha profissão - disse o vendedor.

José experimentou os sapatos e eles encaixaram perfeitamente. Por fim o vendedor ofereceu-lhe uma cueca nova! José aceitou e o vendedor disse:
- 42.

José deu uma risada:
- Agora você errou! Eu sempre usei 40!

O vendedor balançou a cabeça e disse:
- O senhor não pode usar 40. Vai ficar muito apertado, irá pressionar seus testículos contra a espinha e isso vai lhe dar uma dor de cabeça filha da puta...

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