Hora do Lazer

Acabe com stress e mau humor. Piadas, brincadeiras, vídeos, animações, charges, charadas, etc. tudo para melhorar o seu dia. Sua noite também.


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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Festinha surpresa na empresa


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terça-feira, 4 de novembro de 2008

Vendedor Sincero


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Uma senhora entra em uma concessionária Mercedes. Ela olha ao redor, então acha o carro perfeito e começa a examiná-lo.

Ao inclinar-se para sentir o revestimento de couro, deixa escapar um sonoro peido. Envergonhada, ela nervosamente dá uma olhada para ver se alguém notou o pequeno e malcheiroso acidente, esperando que nenhum vendedor aparecesse naquele momento. Porém, ao virar-se, dá de cara com um vendedor que já estava atrás dela.
- Bom dia, senhora. Como posso ajudá-la hoje?

Muito sem graça, ela pergunta:
- Por favor, qual o preço deste adorável veículo?

O vendedor responde:
- A senhora me desculpe a sinceridade, mas se a sra. peidou somente ao vê-lo, vai se cagar toda quando souber o preço...

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Carta para amiga


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Assunto: Minha Amiga

Amiga, conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela empresa para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira:
Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada no elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade.
Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprara alguma coisa.

Terça-feira:
Amiga!!! Precisava contar.. Sabe aquele homem de que falei ?? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira:
Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso me manter firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né ?? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Ah!! Comprei um vestido dois números menor que o meu. Esta vai ser a minha meta.

Quinta-Feira:
O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: 'U-hum'... Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: 'U-hum'. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: 'U-hum'. Então ele perguntou se eu só sabia falar 'U-hum' e eu respondi: 'Ã-hã'. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem...ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira:
Amiga! Estou arruinada!! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: 'Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!' Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Não me aguentei e soltei mais um. Um senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: 'Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!'.

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:'Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!'

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis andares pela escada para não usar o elevador. Meu azar foi que o Marcelo estava na porta do elevador, me viu e ficou segurando a porta esperando que eu entrasse. Como eu não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar, estávamos sozinhos. Cheguei até a me sentir aliviada, pois de elevador a viagem seria mais rápida.

Pensei rápido demais. O elevador deu um tranco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira e disse que era assim mesmo, que logo a luz voltaria, e que eu não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava morreenndo de preocupação.

Amiga...., juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.

Me abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar todo o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrofóbica.

Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas mesmo assim não disse nada. Me abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.

Daí, nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou todo e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado!! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, respirando que nem um cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos quando eu pensei que ele ia dizer algo bonito ele solta essa: 'Meus olhos também estão ardendo...'. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: ' Ah éé, FDP ??? Então acabou a respiração cachorrinho!!!... '

Depois disso, no primeiro pum ele cobriu o rosto com o paletó.

No segundo, enrolou a cabeça.

No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo.

No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: 'Mulher! Pára de se cagar!'.

Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

Apague este e-mail depois de ler, tá?

De sua amiga, xxx.

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Um dia de MERDA!!!


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Aeroporto Santos Dumont, 15:30.

Senti um pequeno mal estar causado por uma cólica intestinal, mas nada que uma urinada ou uma barrigada não aliviasse.

Mas, atrasado para chegar ao ônibus que me levaria para o Galeão, de onde partiria o vôo para Miami, resolvi segurar as pontas. Afinal de contas são só uns 15 minutos de busão. "Chegando lá, tenho tempo de sobra para dar aquela mijadinha esperta, tranqüilo."

O avião só sairia as 16:30.

Entrando no ônibus, sem sanitários, senti a primeira contração e tomei consciência de que minha gravidez fecal chegara ao nono mês e que faria um parto de cócoras assim que entrasse no banheiro do aeroporto.

Virei para o meu amigo que me acompanhava e, sutil, falei:

"Cara, mal posso esperar para chegar na merda do aeroporto porque preciso largar um barro."

Nesse momento, senti um urubu beliscando minha cueca, mas botei a força de vontade para trabalhar e segurei a onda. O ônibus nem tinha começado a andar quando, para meu desespero, uma voz disse pelo alto falante:

"Senhoras e senhores, nossa viagem entre os dois aeroportos levará em torno de 1 hora, devido a obras na pista." Aí o urubu ficou maluco querendo sair aqualquer custo! Fiz um esforço hercúleo para segurar o trem merda que estava para chegar na estação ânus a qualquer momento. Suava em bicas.

Meu amigo percebeu e, como bom amigo que era, aproveitou para tirar um sarro. O alívio provisório veio em forma de bolhas estomacais, indicando que pelo menos por enquanto as coisas tinham se acomodado.

Tentava me distrair vendo TV mas só conseguia pensar em um banheiro, não com uma privada, mas com um vaso sanitário tão branco e tão limpo que alguém poderia botar seu almoço nele. E o papel higiênico então: branco e macio, com textura e perfume e... ops, senti um volume almofadado entre meu traseiro e o assento do ônibus e percebi, consternado, que havia cagado.

Um cocô sólido e comprido daqueles que dão orgulho de pai ao seu autor. Daqueles que dá vontade de ligar pros amigos e parentes e convidá-los a apreciar na privada. Tão perfeita obra, dava pra expor em uma bienal.

Mas sem dúvida, a situação tava tensa. Olhei para o meu amigo, procurando um pouco de solidariedade, e confessei sério:

"Cara, caguei." Quando meu amigo parou de rir, uns cinco minutos depois, aconselhou-me a relaxar, pois agora estava tudo sob controle. "Que se dane, me limpo no aeroporto." - pensei.

"Pior que isso não fico."

Mal o ônibus entrou em movimento, a cólica recomeçou forte. Arregalei os olhos, segurei-me na cadeira mas não pude evitar, e sem muita cerimônia ou anunciação, veio a segunda leva de merda. Desta vez, como uma pasta morna.

Foi merda para tudo que é lado, borrando, esquentando e melando a bunda, cueca, barra da camisa, pernas, panturrilha, calças, meias e pés. E mais uma cólica anunciando mais merda, agora líquida, das que queimam o fiofó do freguês ao sair rumo a liberdade. E depois um peido tipo bufa, que eu nem tentei segurar, afinal de contas o que era um peidinho para quem já estava todo cagado. Já o peido seguinte, foi do tipo que pesa. E me caguei pela quarta vez. Lembrei de um amigo que certa vez estava com tanta caganeira que resolveu botar modess na cueca, mas colocou as linhas adesivas viradas paracima e quando foi tirá-lo levou metade dos pelos do rabo junto.

Mas era tarde demais para tal artifício absorvente. Tinha menstruado tanta merda que nem uma bomba de cisterna poderia me ajudar a limpar a sujeirada.

Finalmente cheguei ao aeroporto e saindo apressado com passos curtinhos, supliquei ao meu amigo que apanhasse minha mala no bagageiro do onibus e a levasse ao sanitário do aeroporto para que eu pudesse trocar de roupas. Corri ao banheiro e entrando de boxe em boxe, constatei a falta de papel higiênico em todos os cinco. Olhei para cima e blasfemei:

"Agora chega,né?"

Entrei no último, sem papel mesmo, e tirei a roupa toda para analisar minha situação (que concluí como sendo o fundo do poço) e esperar pela minha salvação, com roupas limpinhas e cheirosinhas e com ela uma lufada de dignidade no meu dia. Meu amigo entrou no banheiro com pressa, tinha feito o"check-in" e ia correndo tentar segurar o vôo. Jogou por cima do boxe o cartão de embarque e uma maleta de mão e saiu antes de qualquer protesto de minha parte. Ele tinha despachado a mala com roupas. Na mala de mão só tinha um pulôver de gola "V". A temperatura em Miami era de aproximadamente 35 graus.

Desesperado comecei a analisar quais de minhas roupas seriam, de algum modo, aproveitáveis.

Minha cueca, joguei no lixo. A camisa era história. As calças estavam deploráveis e assim como minhas meias, mudaram de cor tingidas pela merda. Meus sapatos estavam nota 3, numa escala de 1 a 10.

Teria que improvisar. A invenção é mãe da necessidade, então transformei uma simples privada em uma magnífica máquina de lavar. Virei a calça do lado avesso, segurei-a pela barra, e mergulhei a parte atingida na água. Comecei a dar descarga até que o grosso da merda se desprendeu. Estava pronto para embarcar.

Saí do banheiro e atravessei o aeroporto em direção ao portão de embarque trajando sapatos sem meias, as calças do lado avesso e molhadas da cintura ao joelho (não exatamente limpas) e o pulôver gola "V", sem camisa. Mas caminhava com a dignidade de um lorde.

Embarquei no avião, onde todos os passageiros estavam esperando o "RAPAZ QUE ESTAVA NO BANHEIRO" e atravessei todo o corredor até o meu assento, ao lado do meu amigo que sorria. A aeromoça aproximou-se e perguntou se precisava de algo. Eu cheguei a pensar em pedir 120 toalhinhas perfumadas para disfarçar o cheiro de fossa transbordante e uma gilete para cortar os pulsos, mas decidi não pedir:

"Nada, obrigado. Eu só queria esquecer este dia de merda !"

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Seu Zé na colônia de nudismo


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Seu Zé vai passar o final de semana numa colônia de nudismo. Ele faz a inscrição na secretaria, onde a atendente já está nua, tira as roupas e começa a passear pelo local que é muito bonito.

Então começam a aparecer muitas pessoas nuas, homens, mulheres, velhos,jovens..

Até que ele vê uma loirinha escultural, com corpo perfeito inteiramente nua na sua frente.

Ele fica observando a loira nua deitada numa toalhinha no chão e percebe que está tendo uma ereção.

A loira vê que o Seu Zé está de barraca armada, se levanta e pergunta a ele sorrindo: Você me chamou?

O homem sem graça responde: - Não, acho que não! É que sou novo por aqui!

* Ah, agora já entendi...

Você é novo por aqui e ainda não conhece as regras. Toda vez que um homem tem uma ereção é porque ele quer fazer sexo com amulher que ele está observando! Você não quer?

* Claro que sim!

Então os dois vão atrás de uma moitinha e fazem amor durante muito tempo.

Seu Zé sai esgotado, mas muito feliz e vai conhecer a sauna. Lá ele se descuida e solta um pum.

Ele olha pra trás e vê um homem alto forte,bem peludo, olhando pra ele, que se levanta e anda em sua direção. Chegando perto dele o homem pergunta:

* Oi, você me chamou?

* Não, acho que não!

* Ah, acho que você deve ser novo por aqui e ainda não conhece as regras...Toda vez que um homem solta um pum é porque quer ser comido pelo caraque estiver mais próximo dele!

Daí o peludão não perdoa e come o Seu Zé no meio da sauna. Depois de ser comido e ainda sentindo as dores características ele vai na secretaria e fala com a mulher irritado:

* Olha aqui, senhora, eu vou embora, pode até ficar com o meu dinheiro que eu já paguei pelo fim de semana inteiro! Me dê as minhas roupas!

* Ora senhor José, mas o senhor já quer ir embora! Acabou de chegar!

* Olha aqui moça, eu tenho 65 anos de idade, tenho UMA ereção a cada mês e solto 30 peidos por dia... Não fico aqui nem mais um minuto!

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terça-feira, 13 de maio de 2008

A Bosta


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O menino estava brincando pela casa com uma bexiga na mão. Quando entrou no banheiro ela escapou e foi cair justamente dentro da privada. Com nojo, ele deixou a danada ali mesmo. Pouco tempo depois seu pai entrou para se "desocupar" e nem notou a bexiga. Ficou ali, lendo enquanto fazia o serviço. Ao terminar, olhou horrorizado para o vaso sanitário. Suas fezes haviam coberto o balão e a impressão era de um imenso, um absurdo, um gigantesco bolo fecal! Sem acreditar naquilo, ligou dali mesmo, do celular, para o seu amigo que era médico:
- Armindo, eu enchi a privada de bosta. Nunca vi tanta assim na minha vida! Tá quase passando do limite do vaso! Acho que eu devo estar com um algum problema sério!
- Que isso Anselmo, cê tá exagerando!
- Que exagerando, o quê! Eu tô olhando pra esse "merdel" todo agora! É um absurdo ! Eu devo estar doente!!!
- Bom, eu já tava indo pra casa; aproveito e passo aí que é caminho!

O médico chega e vai direto ao encontro do amigo.
- Cadê o negócio Anselmo que voc...nossa mãe do céu, que é isso?! O que você comeu criatura?!
- Não falei?! Agora tá acreditando, né?!
- Nossa, isso é inacreditável!
- E então, será que eu tenho alguma coisa séria?!
- Olha, melhor eu pegar uma amostra desse cocozão e mandar para análise!

O médico saca uma pequena espátula de sua maleta e quando encosta para coletar o material, Bumm!! a bexiga estoura! Voa merda para tudo que lado de forma incrível! Os dois cobertos de bosta se olham e, estupefato, o médico berra:
- Puta que o pariu! Eu achava que já tinha visto de tudo, mas peido com casca pra mim é novidade!

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