Hora do Lazer

Acabe com stress e mau humor. Piadas, brincadeiras, vídeos, animações, charges, charadas, etc. tudo para melhorar o seu dia. Sua noite também.


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segunda-feira, 11 de julho de 2011

O porquê dos homens serem tão brutos!


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Mulher - Onde você vai?

Homem - Vou sair um pouco

Mulher - Vai de carro?

Homem - Sim.

Mulher - Tem gasolina?

Homem - Sim.... Coloquei.

Mulher - Vai demorar?

Homem - Não... Coisa de uma hora.

Mulher - Vai a algum lugar específico?

Homem - Não... Só rodar por aí.

Mulher - Não prefere ir a pé?

Homem - Não... Vou de carro

Mulher - Traz um sorvete pra mim!

Homem - Trago... Que sabor?

Mulher - Manga.

Homem - Ok... Na volta eu passo e compro.

Mulher - Na volta?

Homem - Sim... Senão derrete.

Mulher - Passa lá, compra e deixa aqui.

Homem - Não... Melhor não! Na volta... é rápido!

Mulher - Ahhhhh!

Homem - Quando eu voltar eu tomo com você!

Mulher - Mas você não gosta de manga!

Homem - Eu compro outro... de outro sabor.

Mulher - Aí fica caro... traz de cupuaçu!

Homem - Eu não gosto também.

Mulher - Traz de chocolate... nós dois gostamos.

Homem - Ok! Beijo... volto logo....

Mulher - Ei!

Homem - O que?

Mulher - Chocolate não... Flocos...

Homem - Não gosto de flocos!

Mulher - Então traz de manga prá mim e o que quiser prá você.

Homem - Foi o que sugeri desde o começo!

Mulher - Você está sendo irônico?

Homem - Não tô não! Vou indo.

Mulher - Vem aqui me dar um beijo de despedida!

Homem - Querida! Eu volto logo... depois.

Mulher - Depois não... quero agora!

Homem - Tá bom! (Beijo.)

Mulher - Vai com o seu ou com o meu carro?

Homem - Com o meu.

Mulher - Vai com o meu... tem cd player... o seu não!

Homem - Não vou ouvir música... vou espairecer...

Mulher - Tá precisando?

Homem - Não sei... vou ver quando sair!

Mulher - Demora não!

Homem - É rápido... (Abre a porta de casa.)

Mulher - Ei!

Homem - Que foi agora?

Mulher - Nossa!!! Que grosso! Vai embora!

Homem - Calma... estou tentando sair e não consigo!

Mulher - Porque quer ir sozinho? Vai encontrar alguém?

Homem - O que quer dizer?

Mulher - Nada... nada não!

Homem - Vem cá... acha que estou te traindo?

Mulher - Não... claro que não... mas sabe como é?

Homem - Como é o quê?

Mulher - Homens!

Homem - Generalizando ou falando de mim?

Mulher - Generalizando.

Homem - Então não é meu caso... sabe que eu não faria isso!

Mulher - Tá bom... então vai.

Homem - Vou.

Mulher - Ei!

Homem - Que foi, cacete?

Mulher - Leva o celular, estúpido!

Homem - Prá quê? Prá você ficar me ligando?

Mulher - Não... caso aconteça algo, estará com celular.

Homem - Não... pode deixar...

Mulher - Olha... desculpa pela desconfiança, estou com saudade, só isso!

Homem - Ok, meu amor... Desculpe-me se fui grosso. Tá.. eu te amo!

Mulher - Eu também! Posso futricar no seu celular?

Homem - Prá quê?

Mulher - Sei lá! Joguinho!

Homem - Você quer meu celular prá jogar?

Mulher - É.

Homem - Tem certeza?

Mulher - Sim.

Homem - Liga o computador... lá tem um monte de joguinhos!

Mulher - Não sei mexer naquela lata velha!

Homem - Lata velha? Comprei pra a gente mês passado!

Mulher - Tá..ok... então leva o celular senão eu vou futricar...

Homem - Pode mexer então... não tem nada lá mesmo...

Mulher - É?

Homem - É.

Mulher - Então onde está?

Homem - O quê?

Mulher - O que deveria estar no celular mas não está...

Homem - Como!?????

Mulher - Ei!

Homem - O que ééééééé, caralho?

Mulher - Não quero mais sorvete não!

Homem - Ah é?

Mulher - É!

Homem - Então eu também não vou sair mais não!

Mulher - Oba! Vai ficar comigo?

Homem - Não vou não... cansei... vou dormir!

Mulher - Prefere dormir do que ficar comigo?

Homem - Não... vou dormir, só isso!

Mulher - Está nervoso?

Homem - Claro, porra!!!

Mulher - Porque você não vai dar uma volta para espairecer?

Homem - Ah, vai tomar no cú...

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sexta-feira, 24 de julho de 2009

A escolha do seu par


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Há trinta anos, os adolescentes encontravam o sexo oposto em bailes de salão organizados por clubes, igrejas ou pais responsáveis preocupados com o sucesso reprodutivo de seus rebentos.

Na dança de salão o homem tem uma série de obrigações, como cuidar da mulher, planejar o rumo, variar os passos, segurar com firmeza e orientar delicadamente o corpo de uma mulher. Homens levam três vezes mais tempo para aprender a dançar do que mulheres. Não que eles sejam menos inteligentes, mas porque têm muito mais funções a executar. Essa sobrecarga em cima do homem permite à mulher avaliar rapidamente a inteligência do seu par, a sua capacidade de planejamento, a sua reação em situações de stress. A mulher só precisa acompanhá-lo. Ela pode dedicar seu tempo exclusivamente à tarefa de avaliação do homem.

Uma mulher precisa de muito mais informações do que um homem para se apaixonar, e a dança permitia a ela avaliar o homem na delicadeza do trato, na firmeza da condução, no carinho do toque, no companheirismo e no significado que ele dava ao seu par. Ela podia analisar como o homem lidava com o fracasso, quando inadvertidamente dava uma pisada no seu pé. Podia ver como ele se desculpava, se é que se desculpava, ou se era do tipo que culpava os outros.

Essa convenção social de antigamente permitia ao sexo feminino avaliar numa única noite vinte rapazes entre os 500 presentes num grande baile. As mulheres faziam um verdadeiro teste psicológico, físico e social de um futuro marido e obtinham o que poucos testes psicológicos revelam. Em poucos minutos conseguiam ter uma primeira noção de inteligência, criatividade, coordenação, tato, carinho, cooperação, paciência, perseverança e liderança de um futuro par.

Infelizmente, perdemos esse costume porque se começou a considerar a dança de salão uma submissão da mulher ao poder do homem, porque era o homem quem convidava e conduzia a mulher.

Criaram o disco dancing, em que homem e mulher dançam separados, o homem não mais conduz nem sequer toca no corpo da mulher. O som é tão elevado que nem dá para conversar, os usuais 130 decibéis nem permitem algum tipo de interação entre os sexos.

Por isso, os jovens criaram o costume de "ficar", o que permite a uma garota conhecer, pelo menos, um homem por noite sem compromisso, em vez de conhecer vinte rapazes numa noite, também sem compromissos maiores.

Pior: hoje o primeiro contato de fato de um rapaz com o corpo de uma mulher é no ato sexual, e no início é um desastre. Acabam fazendo sexo mecanicamente em vez de romanticamente como a extensão natural de um tango ou bolero. Grandes dançarinos são grandes amantes, e não é por coincidência que mulheres adoram homens que realmente sabem dançar e se apaixonam facilmente por eles.

Masculinizamos as mulheres no disco dancing em vez de tornar os homens mais sensíveis, carinhosos e preocupados com o trato do corpo da mulher. Não é por acaso que aumentou a violência no mundo, especialmente a violência contra as mulheres. Não é à toa que perdemos o romantismo, o companheirismo e a cooperação entre os sexos.

Hoje, uma garota ou um rapaz tem de escolher o seu par num grupo muito restrito de pretendentes, e com pouca informação de ambas as partes, ao contrário de antigamente.

Eu não acredito que homens virem monstros e mulheres virem megeras depois de casados. As pessoas mudam muito pouco ao longo da vida, na realidade elas continuam a ser o que eram antes de se casar. Você é que não percebeu, ou não soube avaliar, porque perdemos os mecanismos de antigamente de seleção a partir de um grupo enorme de possíveis candidatos.

Fico feliz ao notar a volta da dança de salão, dos cursos de forró, tango e bolero, em que novamente os dois sexos dançam juntos, colados e em harmonia. Entre o olhar interessado e o "ficar" descompromissado, eliminamos infelizmente uma importante etapa social que era dançar, costume de todos os povos desde o início dos tempos.

Se você for mãe de um filho, ajude a reintroduzir a dança de salão nos clubes, nas festas e nas igrejas, para que homens aprendam a lidar com carinho com o corpo de uma mulher.

Se você for mãe de uma filha, devolva a ela a oportunidade que seus pais lhe deram, em vez de deixar sua filha surda, casada com um brutamontes, confuso e isensível idiota.

Stephen Kanitz é administrador por Harvard (www.kanitz.com.br)

Editora Abril, Revista Veja, edição 1877, ano 37, nº 43, 27 de outubro de 2004, página 22


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terça-feira, 17 de março de 2009

Quando um homem deve usar brinco


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Um dia, no escritório, um homem reparou que o seu colega, muito conservador, estava usando um brinco.

- Não sabia que você gostava desse tipo de coisas - comentou.
- Não é nada de especial, é só um brinco - replicou o colega..
- Há quanto tempo você o usa?
- Desde que a minha mulher o encontrou, no meu carro, na semana passada.

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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Nunca subestime uma mulher...


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Ocorreu um acidente de transito, com dois carros batendo de frente, um guiado por um homem e o outro por uma mulher.

Ficaram completamente destruidos, mas,surpreendentemente, os motoristas nada sofreram. Sairam completamente ilesos.

Depois de sairem de seus carros, o homem pronto para agredi-la verbalmente, mas a mulher rapidamente diz:
- Interessante, você um homem e eu uma mulher,com os carros totalmente destruidos, mas estamos sem nenhum arranhão. Isto deve ser um sinal de Deus. Nós realmente precisavamos nos encontrar. Estava em nossos destinos nos conhecermos e ficarmos vivendo em paz, como grandes amigos, até o fim de nossos dias.

- Concordo! disse o homem. Isto com certeza é um sinal de Deus.

- E olhe outro milagre,disse a mulher: meu carro está completamente destruído, mas esta garrafa de vinho não se quebrou. Está claro que o destino quer que a bebamos para celebrar a nossa vida, que foi salva milagrosamente neste acidente. Vamos celebrar!

Então a mulher passa a garrafa para o homem. Ele concorda sem titubear e vira o gargalo na boca até beber a metade da garrafa.

Entrega a garrafa pela metade para a mulher. Ela pega a rolha e a recoloca no gargalo, imediatamente, sem beber nenhum gole.
Sem entender nada, o homem pergunta:

- Não vai beber a sua metade para comemorar?

A mulher responde:
- Agora não. Vou esperar a polícia chegar primeiro...

NUNCA SUBESTIME UMA MULHER.........

"Em momentos de crise, só a imaginação é mais importante do que o conhecimento". (Albert Eistein)

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domingo, 26 de outubro de 2008

No balcão da alfândega...


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- Seu nome ?

- Abu Abdalah Sarafi.

- Sexo ?

-... Quatro vezes por semana...

- Não, não, não! Homem ou mulher ?

- Homem, mulher... Algumas vezes camelo...

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terça-feira, 9 de setembro de 2008

Carta para amiga


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Assunto: Minha Amiga

Amiga, conforme minha promessa, estou enviando um e-mail contando as novidades da minha primeira semana depois de ser transferida pela empresa para o Rio de Janeiro. Terminei hoje de arrumar as coisas no meu novo apartamento. Ficou uma gracinha, mas estou exausta. São dez da noite e já estou pregada.

Segunda-Feira:
Cheguei na firma e já adorei. Entrei no elevador quase no mesmo instante que o homem mais lindo desse planeta. Ele é loiro, tem olhos verdes e o corpo musculoso parece querer arrebentar o terno. Lindooooo! Estou apaixonada. Olhei disfarçadamente a hora no meu relógio de pulso e fiz uma promessa de estar parada no elevador todos os dias a essa mesma hora. Ele desceu no andar da engenharia. Conheci o pessoal do setor, todos foram atenciosos comigo. Até o meu chefe foi super delicado. Estou maravilhada com essa cidade.
Cheguei em casa e comi comida enlatada. Amanhã vou a um mercado comprara alguma coisa.

Terça-feira:
Amiga!!! Precisava contar.. Sabe aquele homem de que falei ?? Ele olhou para mim e sorriu quando entramos no elevador. Fiquei sem ação e baixei a cabeça. Como sou burra! Passei o dia no trabalho pensando que preciso fazer um regime. Me olhei no espelho hoje de manhã e estou com uma barriguinha indiscreta. Fui no mercado e só comprei coisinhas leves: biscoitos, legumes e chás. Resolvido! Estou de dieta.

Quarta-Feira:
Acordei com dor-de-cabeça. Acho que foi a folha de alface ou o biscoito do jantar. Preciso me manter firme na dieta. Quero emagrecer dois quilos até o fim-de-semana. Ah! O nome dele é Marcelo. Ouvi um amigo dele falando com ele no elevador. E ainda tem mais: ele desmanchou o noivado há dois meses e está sozinho. Consegui sorrir para ele quando entrou no elevador e me cumprimentou. Estou progredindo, né ?? Como faço para me insinuar sem parecer vulgar? Ah!! Comprei um vestido dois números menor que o meu. Esta vai ser a minha meta.

Quinta-Feira:
O Marcelo me cumprimentou ao entrar no elevador. Seu sorriso iluminou tudo! Ele me perguntou se eu era a arquiteta que viera transferida de Brasília e eu só fiz: 'U-hum'... Ele me perguntou se eu estava gostando do Rio e eu disse: 'U-hum'. Aí ele perguntou se eu já havia estado antes aqui e eu disse: 'U-hum'. Então ele perguntou se eu só sabia falar 'U-hum' e eu respondi: 'Ã-hã'. Será que fui muito evasiva? Será que eu deveria ter falado um pouco mais? Ai, amiga! Estou tão apaixonada! Estou resolvida!Amanhã vou perguntar se ele não gostaria de me mostrar o Rio de Janeiro no final de semana. Quanto ao resto, bem...ando com muita enxaqueca. Acho que vou quebrar meu regime hoje. Estou fazendo uma sopa de legumes. Espero que não me engorde demais.

Sexta-Feira:
Amiga! Estou arruinada!! Ontem à noite não resisti e me empanturrei. Coloquei bastante batata-doce na sopa, além de couve, repolho e beterraba. Menina, saí de casa que parecia um caminhão de lixo. Como eu peidava! (nossa! Você não imagina a minha vergonha de contar isto, mas se eu não desabafar, vou me jogar pela janela!).

No metrô, durante o trajeto para o trabalho, bastava um solavanco para eu soltar um futum que nem eu mesma suportava. Teve um momento em que alguém dentro do trem gritou: 'Aí! Peidar até pode, mas jogar merda em pó dentro do vagão é muita sacanagem!' Uma senhora gorda foi responsabilizada. Todo mundo olhava para ela, tadinha. Ela ficou vermelha, ficou amarela, e eu aproveitava cada mudança de cor para soltar outro. O meu maior medo era prender e sair um barulhento. Eu estava morta de vergonha.

Desci na estação e parei atrás de uma moça com um bebê no colo, enquanto aguardava minha vez de sair pela roleta. Não me aguentei e soltei mais um. Um senhor que estava na frente da mulher com o bebê virou-se para ela e disse: 'Dona! É melhor a senhora jogar esse bebê fora porque ele está estragado!'.

Na entrada do prédio onde trabalho tem uma senhora que vende bolinhos, café, queijo, essas coisas de camelô. Pois eu ia passando e um freguês começou a cheirar um pastel, justo na hora em que o futum se espalhou. O sujeito jogou o pastel no lixo e reclamou:'Pô, dona Maria! Esse pastel tá bichado!'

Entrei no prédio resolvida a subir os dezesseis andares pela escada para não usar o elevador. Meu azar foi que o Marcelo estava na porta do elevador, me viu e ficou segurando a porta esperando que eu entrasse. Como eu não me decidia, ele me puxou pelo braço e apertou o botão do meu andar, estávamos sozinhos. Cheguei até a me sentir aliviada, pois de elevador a viagem seria mais rápida.

Pensei rápido demais. O elevador deu um tranco e as luzes se apagaram. Quase instantaneamente a iluminação de emergência acendeu. Marcelo sorriu (ai, aquele sorriso...) e disse que era a bruxa da sexta-feira e disse que era assim mesmo, que logo a luz voltaria, e que eu não precisava se preocupar. Mal sabia ele que eu estava morreenndo de preocupação.

Amiga...., juro que tentei prender. Mas antes que saísse com estrondo, deixei escapar.

Me abaixei e fiquei respirando rápido, tentando aspirar o máximo possível, como se estivesse me sentindo mal, com falta de ar. Já se imaginou numa situação dessas? Peidar e ficar tentando aspirar todo o peido para que o homem mais lindo do mundo não perceba que você peidou? Ele ficou muito preocupado comigo e, se percebeu o mau cheiro, não o demonstrou. Quando achei que a catinga havia passado, voltei a respirar normal. Disse para ele que eu era claustrofóbica.

Mal ele me ajudou a levantar, eu não consegui prender o segundo, que saiu ainda pior que o anterior. O coitado dessa vez ficou meio azulado, mas mesmo assim não disse nada. Me abaixei novamente e fiquei respirando rápido de novo, como uma mulher em estado de parto. Dessa vez Marcelo ficou afastado, no canto mais distante de mim no elevador. Na ânsia de disfarçar, fiquei olhando para a sola dos meus sapatos, como se estivesse buscando a origem daquele fedor horroroso. Ele ficou lá, no canto, impávido.

Daí, nem bem o cheiro se esvaiu e veio outro. Ele se desesperou todo e começou a apertar a campainha de emergência. Coitado!! Ele esmurrou a porta, gritou, esperneou, e eu lá, respirando que nem um cachorrinho. Quando a catinga dissipou, ele se acalmou.

As lágrimas começaram a escorrer pelos meus olhos. Ele me viu chorando, enxugou meus olhos quando eu pensei que ele ia dizer algo bonito ele solta essa: 'Meus olhos também estão ardendo...'. Aquilo me magoou profundamente. Pensei: ' Ah éé, FDP ??? Então acabou a respiração cachorrinho!!!... '

Depois disso, no primeiro pum ele cobriu o rosto com o paletó.

No segundo, enrolou a cabeça.

No terceiro, prendeu a respiração, no quarto, ele ficou roxo.

No quinto, me sacudiu pelos braços e berrou: 'Mulher! Pára de se cagar!'.

Depois disso ele só chorava. Chorou como um bebê até sermos resgatados, quatro horas depois.

Entrei no escritório e pedi minha transferência para outro lugar, de preferência outro País.

Apague este e-mail depois de ler, tá?

De sua amiga, xxx.

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