Hora do Lazer

Acabe com stress e mau humor. Piadas, brincadeiras, vídeos, animações, charges, charadas, etc. tudo para melhorar o seu dia. Sua noite também.


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quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Vaga para domador de leões


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Depois de dois anos desempregado, o sujeito, em total desespero, bate à porta de um circo.
- A única vaga que temos disponível - explica o dono do circo - é de domador de leões!
- Domador de leões? Não creio que eu vá me sair bem...
- Deixa disso, rapaz! Esse emprego é moleza, você vai ver só. Você faz o seguinte: entra na jaula com um chicote na mão e encara o leão. Se ele rugir, você estala o chicote no ar. Se ele der um passo pra frente, você dá um passo pra trás e estala o chicote no ar. Se ele der dois passos pra a frente, você dá dois passos pra trás e estala o chicote no ar novamente. Se ele avançar de novo, você recua e estala o chicote no ar... é fácil...
- Mas... e se eu chegar no final da jaula e não der mais para andar pra trás?
- Não tem problema! Aí você pega um punhado de merda do chão e joga na cara do leão.
- E se não tiver merda?
- Pode ficar tranqüilo que vai ter!

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segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Êêêêêêê Ingratidão...


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No correio, os carteiros estão separando as cartas para enviarem aos devidos destinatários.
Uma das cartas está endereçada a Papai Noel, e um carteiro pergunta aos colegas:

- Vamos abrir esta para ver o que a criança está pedindo?

A carta era de um menino e dizia:

- Senhor Papai Noel, meu pai esta desempregado, sem dinheiro e tem que sustentar a minha mãe, minha irmã e eu. As contas estão vencendo... Por favor, se for possível, nos mande R$ 1 milpara ajudar nas dívidas.

Sentindo muita pena, os carteiros fizeram uma vaquinha e arrecadaram R$ 800, que são prontamente enviados ao garoto. Na semana seguinte, o menino escreve outra carta para Papai Noel, que é novamente aberta pelos carteiros. Nela estava escrito:

- Muito obrigado senhor Papai Noel. Serei eternamente grato por sua ajuda, mas, da próxima vez, mande um cheque, porque os safados dos carteiros roubaram duzentos reais...

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terça-feira, 20 de maio de 2008

Juvenal - Brasileiro e Desempregado


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O Juvenal tava desempregado há meses. Com a resistência que só os brasileiros tem, o Juvenal foi tentar mais um emprego em mais uma entrevista. Ao chegar no escritório, o entrevistador lhe perguntou:
- Qual foi seu último salário?
- "Salário mínimo", respondeu Juvenal.
- Pois se o Sr. for contratado ganhará 10 mil dólares por mês!
- Jura?
- Que carro o Sr. tem?
- Na verdade, agora eu só tenho um carrinho pra vender pipoca na rua e um carrinho de mão!
- Pois se o senhor trabalhar conosco ganhará um Audi para você e uma BMW para sua esposa! Tudo zero!
- Jura?
- O senhor viaja muito para o exterior?
- O mais longe que fui foi pra Belo Horizonte, visitar uns parentes...
- Pois se o senhor trabalhar aqui viajará pelo menos 10 vezes por ano, para Londres, Paris, Roma, Mônaco, Nova Iorque, etc.
- Jura?
- E lhe digo mais... O emprego é quase seu. Só não lhe confirmo agora porque tenho que falar com meu gerente. Mas é praticamente garantido. Se até amanhã (sexta-feira) à meia-noite o senhor NÃO receber um telegrama nosso cancelando, pode vir trabalhar na segunda-feira.

Juvenal saiu do escritório radiante. Agora era só esperar até a meia-noite da sexta-feira e rezar para que não aparecesse nenhum maldito telegrama.

Sexta-feira mais feliz não poderia haver. E Juvenal reuniu a família e contou as boas novas.

Convocou o bairro todo para uma churrascada comemorativa a base de muita música.

Sexta de tarde já tinha um barril de choop aberto. As 9 horas da noite a festa fervia.

A banda tocava, o povo dançava, a bebida rolava solta. Dez horas, e a mulher de Juvenal aflita, achava tudo um exagero.

A vizinha gostosa, interesseira, já se jogava pra perto do Juvenal.

E a banda tocava!

E o choop gelado rolava!

O povo dançava!

Onze horas, Juvenal já era o rei do bairro.

Gastaria horrores para o bairro encher a pança. Tudo por conta do primeiro salário. E a mulher resignada, meio aflita, meio alegre, meio boba, meio assustada.

Onze horas e cinqüenta e cinco minutos........

Vira na esquina buzinando feito louco uma motoca amarela...

Era dos Correios!

A festa parou!
A banda calou!
A tuba engasgou!
Um bêbado arrotou!
Uma velha peidou!
Um cachorro uivou!
Meu Deus, e agora? Quem pagaria a conta da festa?

- Coitado do Juvenal! Era a frase mais ouvida.

Jogaram água na churrasqueira!
O chopp esquentou!
A mulher do Juvenal desmaiou!

A motoca parou!
- Senhor Juvenal Batista Romano Barbieri?
- Si, si, sim, so, so, sou eu...

A multidão não resistiu...
- OOOOOHHHHHHHHHHH!!!!!!!!!!!
- Telegrama para o senhor...

Juvenal não acreditava...
Pegou o telegrama, com os olhos cheios d'água, ergueu a cabeça e olhou para todos.

Silêncio total.

Respirou fundo e abriu o telegrama.
Uma lágrima rolou, molhando o telegrama..
Olhou de novo para o povo e a consternação era geral.
Tirou o telegrama do envelope, abriu e começou a ler.
O povo em silêncio aguardava a notícia e se perguntava.

- E agora? Quem vai pagar essa festa toda?

Juvenal recomeçou a ler, levantou os olhos e olhou mais uma vez para o povo que o encarava...

Então, Juvenal abriu um largo sorriso, deu um berro triunfal e começou a gritar eufórico ...

- MAMÃE MORREEEEEEUUU! MAMÃE MORREEEEEEUUU!!!!!!!

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